Busque aqui o conteúdo no blog ou na Web!!!!

Vídeos

Loading...

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Cada vez menos....













É realmente um exercício de tolerância viver numa sociedade onde cada vez MAIS:

-Ser idealista é ser um sonhador utópico
-Pensar na coletividade é ser otário(ou um espertinho oportunista)
-Defender seus direitos é ser problemático
-Ter opinião própria é ser desajustado
-Acreditar na mudança é ser ingênuo
-Se calar diante da opressão é ser sábio
-A cidadania morre a cada dia na contramão do avanço dos séculos
-O apelo à razão sucumbe diante da imposição dos fatos
-O pai ensina que ao se calar, se vive melhor e o filho cresce escravo da imobilidade
- Quando , se por breve momento , o oprimido sonha com transformação , deseja se tornar o opressor.

É realmente um exercício de tolerância viver numa sociedade que cada cada vez MENOS.
(PROFESSOR Rogério)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O grito abafado na sala dos professores



O grito abafado da sala dos professores

        As chamadas Jornadas de junho, aquele ensaio de mobilização que levou os acordados para a rua , embora tenha arrefecido no que tange à mobilização, plasmou na nossa atmosfera um  quê de transformação, de esperança e de desejo de renovação. Mas e o Magistério? O professorado? De que forma tem se colocado nesse panorama de transformação?
         A estrutura organizacional sobre a qual se assenta a escola , com a sua hierarquia tradicional  ainda imprime sobre alguns colegas uma certa pressão. Eles vêm seus diretores e demais integrantes da equipe técnica e administrativa, não como colegas que ali estão para servir à comunidade escolar , mas sim como um chefe, detentor do poder de infernizar a sua vida caso não reze a cartilha. Por sua vez algumas direções, muitas sem autonomia encaram os integrantes das secretárias , não como colaboradores, mas como opressores que ali estão para julgar e condenar o tempo todo.
     Muitos colegas não saem da zona de conforto. Alguns concursados não fazem greve porque cresceram corrompidos pelo senso comum, acreditando que ela de nada adianta. Inclusive as tímidas conquistas dos professores do Estado do Rio de Janeiro nessa última greve, apesar da luta aguerrida de bravos colegas e de uma considerável adesão, reforçam a ideia de fraqueza da categoria. E os contratados? Oprimidos, podem se dispor a encarar a possibilidade de perder o meio de sobrevivência. E apesar da compreensão sobre esta questão, não podemos deixar de pensar como isso apraz a quem os contrata.
Como podemos compor uma categoria forte se a maioria dos  profissionais que a compõe  e que podem  lutar se  omitem?
          No cotidiano das nossas escolas sobram problemas, mas parece que a solução desses problemas é problemas dos outros. E essa distorção é o reflexo da maneira com qual exercemos a nossa cidadania. A escola reproduz o "Não tenho nada a ver com isso." que sabota a construção de uma sociedade mais justa.  Criou-se a cultura  de partilhar vitórias, mas não as lutas; de se apoderar das conquistas, mas não do processos que a ensejam.
         O poder de formar opiniões e de encantar  que cada professor traz consigo parece ter dado lugar ao desencanto. Não é para menos. A sensação de solidão que grassa cada escola  e o coração dos profissionais da educação faz diariamente o chão sumir sobre os nossos pés. Mas haverá sucesso numa Educação que transmite a desesperança?  
  Existem alguns colegas infelizes porque seus líderes políticos foram derrotados, outros porque incapazes de acreditar  na Educação e sem coragem para dar uma novo rumo às suas vidas , se deixam levar pelas repetidas ladainhas derrotistas e infrutíferas, propagando o "não tem jeito não". Mas existem muitos que embora militem e coloquem a cara na reta, entendem que agregar valor aos conteúdos da sua disciplina pode ajudar a minimizar os efeitos da desvalorização profissional que nos é imposta. Na verdade utilizam os conteúdos para promover a cidadania encontrando um oásis de satisfação nesse deserto de possibilidades que tem sido para tantos a Educação. Mas a sensação de solidão destes  é ainda maior. Porque de uma certa forma acredita-se que se pode ser feliz nessa profissão quantificando e relacionando totalmente a prática às condições de trabalho. Isso me faz pensar num outro tipo de personalidade presente no magistério: os eternos insatisfeitos. Aqueles para quem a vida perderia o sentido se o magistério alcançasse a excelência em todos os sentidos.
      A grande ironia disso tudo é que o professor é o agente mais poderoso dentro do sistema.E a sua despolitização é mãe desta ironia. Professores unidos, cientes do seu poder tudo podem.                  A nossa presença na escola  pode ser carregada de simbolismo positivo e de valor revolucionário. Temos os conteúdos, temos a massa, enfim,  temos poder. Somos as respostas para os questionamentos que todos os dias insistem em tentar nos paralisar. Tudo podemos , mas para isso precisamos romper o silêncio institucional e nos tornarmos agentes de transformação. Caso contrário, a nossa saúde e nosso discurso se esvairá pouco a pouco nos gritos cotidianos abafados  na sala dos professores.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Filme "Vida de Inseto" e o Pensamento da Elite

Aula de História 22/10: 6ª fase EJA
Conteúdo: Grécia: Democracia e Oligarquia (Introdução)
Recurso: Projeção do Vídeo abaixo(Trecho do Filme Via de Inseto com a 
participação especial do Arnaldo Jabor e do Fernando Mitre).
Objetivo Geral: Semear um "grão de mostarda".


domingo, 20 de outubro de 2013

Eles não sabem o que estão fazendo....



Em seu livro "Carnavais, Malandros e Heróis" (1979), o antropólogo  Roberto da Matta faz uma análise sobre os alguns elementos e aspectos da cultura brasileira. Dentre esses encontra-se o "Você sabe com quem está falando?",uma aberração facilmente detectável na política local.
A violência implícita no "sabe com quem você está falando?" revela a tendência clientelista tradicional  da prática política brasileira e ao mesmo tempo uma grande ignorância por parte da população dos objetivos dessa mesma prática Aqui na cidade de Cabo Frio podemos vislumbrar isso de uma forma muito rica, embora seja a pobreza (de espírito e material) que a alimente.  Inebriados pelo poder político temporal, poder este erigido sobre as mais variadas formas de carências e necessidades, os "dignitários" ou aqueles que com eles flertam , se distanciam das atribuições  dos seus cargos e tais quais os guardiões dos portões do inferno (com todo respeito à mitologia) empregam o seu farto tempo na defesa do poder pelo poder.
Pior do que  enxergar tais aberrações é constatar o esforço indisfarçável de intelectuais em perpetuá-las. Esse quadro em particular nos remete aos chamados "súditos letrados", figuras historicamente localizadas entre os renascentistas e que se popularizaram também no Brasil Imperial. Eram escritores, cientistas ou artistas que para terem seus projetos pessoais executados se colocavam a serviço dos soberanos. Hoje, no alto do séc. XIX, onde as luzes do esclarecimento já se consolidaram, encontrar intelectuais que se colocam à disposição do "poder pelo poder" é lamentável. No entanto, facilmente justificável, não pelo desejo de defender qualquer bandeira ideológica, mas pela satisfação das suas necessidades pessoais. E voltando à Renascença, os fins justificariam os meios...

Na dinâmica política eleitoral não raro um homem com carisma associado à pessoas dispostas a financiar sua campanha chega ao poder. Para os financiadores pouco importa que ele possua ou não  qualquer bagagem intelectual, ética ou moral. Muitos até afirmam que o homem é mau de qualquer maneira e isso apenas se potencializa quanto este alcança qualquer tipo de poder.Para os financiadores o que interessa é a manutenção das coisas com elas estão e por isso fabricam legisladores inócuos que ali estão apenas  como lacaios dos seus interesses econômicos. E o preço do voto que custa apenas alguns reais para os financiadores é a ascensão de indivíduos que geralmente possuem algumas das  seguintes características: complexo de inferioridade, necessidade irracional de acumular riquezas, truculência, intolerância e nenhuma formação política. Imagine todas essas características envernizadas pelo direito de exercer poder. Sabe o que se tem? O portador do "Sabe com quem está falando?". Uma aberração política. Geralmente um caso perdido que quando  por infortúnio nos cruza o caminho fazendo ecoar o seu"sabe com quem está falando?" velado , nos resta apenas entoar baixinho, quase que como uma oração:" Ele não sabe o que está fazendo."

domingo, 31 de março de 2013

Onde está o PSOL? Onde está VOCÊ?!!!



Nas últimas eleições a população de Cabo Frio teve a oportunidade de romper com a velha maneira viciada de fazer política na cidade. No entanto, disse “NÃO” à única oposição de verdade na cidade e colaborou para perpetuação do coronelismo que sempre impediu a implementação de políticas públicas que pudessem verdadeiramente melhorar as condições de vida da maioria.
A maior prova de que os dois grupos ao qual o PSOL se opõe em nada diferem é a manjada migração daqueles que vivem de favores políticos de um grupo para outro.
Diante dos desmandos, da sucessão de erros e da arrogante postura de alguns integrantes dessa nova oligarquia, vez ou outra sou surpreendido com o seguinte questionamento: “Onde está o PSOL diante disso tudo que está acontecendo?”
Eu bem sei que nunca se deve responder a uma pergunta com outra(s), mas nesse caso, abro uma exceção e devolvo:Onde estava você que não veio militar ao lado do Partido nas últimas eleições? Onde estava você que não adesivou o carro para não se queimar com o possível grupo político vencedor? Onde estava você que fez voto útil? Onde estava você que transformou o seu voto em moeda de troca?
O PSOL Cabo Frio não é o Ministério Público, inclusive carecemos de advogados. Você conhece algum que gostaria de doar seus conhecimentos advocatícios para um partido que quer combater a corrupção e o desvio do erário local? Não, não é mesmo? 
O PSOL não partirá para a oposição burra e cheia de recalques, como a que tem sido praticada por aqueles que chafurdam na lama da derrota depois de tanto investimento, distribuição de contratos, compra de votos, etc. 
Assim sendo, continuo a questionar: 
Onde está você agora cidadão consciente, honesto e questionador que não se filia à única opção ética do cenário político nacional? Tens até abril para tanto.
A razão de ser do PSOL é a essência ideológica dos seus filiados. Somos poucos, queremos crescer, mas com coerência e sem promiscuidade. Queremos que você legitime esse seu interesse na coisa pública militando sob o signo do Socialismo com liberdade. Mas de antemão aviso que, embora se deite tranquilamente no travesseiro em paz com a opção de defesa dos interesses da maioria via um posicionamento ético e combativo, existem alguns desconfortos nessa militância. Aqueles conhecidos que você sabe que vive de boquinhas, passarão a te hostilizar. Alguns burgueses ignorantes acharão que você quer iniciar uma revolução comunista na próxima segunda extinguindo a propriedade privada dos meios de produção e por isso te atacarão mesmo que você nem lhes dirija a palavra (Isso até que é divertido) e você descobrirá que muita gente cheia de discurso interessante, tem discurso interessante e prática reacionária. 
Por fim, cidadão questionador, gostaria de lhe informar que o PSOL- Cabo Frio está onde você o deixou. Esperando por você. Aguardando você deixar de lado a pequenez cultural que pariu a “Lei do Gerson” e se levantar contra o estado de coisas que tanto lhe incomoda.
Seja a mudança que você que você deseja no mundo.( Mahatma Gandhi) 

Professor Rogério, presidente do PSOL- Cabo Frio

quinta-feira, 21 de março de 2013

Escola: Além da imaginação




Durante muito tempo procurei encontrar um jeito de ensinar  História de forma divertida. Testei, experimentei, fracassei, tentei novamente compus músicas didáticas e criei estratagemas diversos. Ainda hoje levo o violão para sala de aula e sempre invento uma novidade. Dá certo, a neurociência estuda a relação entre o brincar e o aprender, entre o prazer e o cognitivo. Mas existem momentos nos quais nada disso dá resultado. É quando o método encontra a resistência de uma situação na qual não se adéqua, quando a criatividade se depara com o vazio de uma  realidade que impede a sua interpretação, onde o esforço criativo não ecoa.
Nós professores somos portadores atualmente de uma grande responsabilidade: a missão de formarmos cidadãos críticos e ao mesmo tempo preparados para o mercado de trabalho. E temos que fazer isso sendo criativos e interessantes. Sempre inovadores para acompanharmos a evolução tecnológica da atualidade. Somos os féis depositários do destino da nação. E de preferência se pudermos deixar de lado as nossas convicções ideológicas, melhor ainda. “Não doutrine!” “Apenas ensine!”
Mas o que fazermos quando nos damos conta de que a nossa prática, aquela que julgamos impecável e digna de reconhecimento, se depara com a falta de apetite e de perspectiva de vida. Quando nos deparamos com alunos que dizem diretamente ou através do seu estilo de vida, que futuro não lhes interessa? Pois nem sabe se o futuro lhes conhecerá.
Se a escola é uma instituição que prepara para o futuro como sensibilizar quem vive para o presente? Falando sobre o passado? Utilizando a velha forma do passado?
Qualquer metodologia depende de um mínimo de predisposição do educando para que o aprendizado se dê. São pré-requisitos básicos externos e internos que envolvem o dentro e o fora, do aluno e da escola.
Para ser objetivo eu poderia dizer que o fracasso da educação pública é consequência da desestruturação familiar. Mas com certeza, aqueles que leram este devaneio até aqui diriam que eu estou “passando a bola”.  Então vamos mencionar também a miopia das políticas públicas educacionais que hoje orbitam as preocupações quantitativas, para atender as necessidades imperiosas da captação de verba pelos índices de aprovação e reprovação do aluno.
 Respaldado apenas pela experiência de aula e sem a menor qualificação acadêmica que decoram os currículos dos estudiosos da educação, arrisco dizer que a falência da Educação Pública se dá por uma questão de interpretação da atribuição da escola. Os professores e demais profissionais da educação estão sempre entre duas tendências: a de executar as tarefas inerentes às suas funções e a de preencher o vazio deixado pela minimização da participação das famílias na educação moral do indivíduo. Sabemos que podemos unir as duas opções, mas sabemos também que nem uma nem a outra serão ofertada de forma eficaz.
A escola precisa ser repensada. A aula precisa ser repensada. De nada adiantará a construção de uma escola tecnologicamente avançada se a sua essência continua acorrentada a pressupostos obsoletos. Para muito além de uma adequação às necessidades imperiosas do mundo globalizado, precisamos de uma escola que ressignifique o seu papel em um mundo cujo desenvolvimento humano tem sido superado pelo tecnológico.Precisamos mais de conhecimento e sabedoria do que de informação.
 Como elemento de linha de frente nesse campo de batalha recheado de crises institucionais, a instituição escolar precisa de recursos para que possa reinventar o seu papel, funcionando como catalisador da nociva química social que corrompe e subverte o principal objetivo do ato de ensinar: a evolução das potencialidades humanas.
Por fim precisamos de uma escola que promova o ser humano, assim como promove políticas de governo perante as famílias. Nem que para isso seja necessário ensinar o governo a ser governo e a família a ser família. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Você!










O mundo é desigual. E isso não é novidade há pelo menos cerca de 10 mil anos, quando surgiram as primeiras sociedades complexas. Sociedades complexas seriam aquelas onde existem desigualdades sociais profundas, como a nossa. Antes, todos os grupos humanos do planeta, viviam tal qual os nossos índios na fase anterior à contaminação do dito mundo civilizado.  A única forma de divisão de trabalho era a sexual, na qual homens e mulheres possuíam atribuições distintas.
Com o surgimento da propriedade privada dos meios de produção e o desenvolvimento das forças produtivas, a humanidade se especializou na prática da exploração do homem pelo homem, utilizando a criatividade que lhe é peculiar para desenvolver métodos e justificativas incontáveis. No séc. XIX, quando o socialismo científico ou marxismo surgiu como forma de resistência à exploração capitalista, identificando burgueses e proletários na chamada luta de classes, ninguém imaginou que décadas mais tarde as ideias de Marx, pudessem inspirar um movimento revolucionário que culminou com a implantação do socialismo e  à reboque, a criação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
A partir daí, grande parte dos fatos que ilustraram o século XX podem ser considerados desdobramentos do duelo entre capitalistas a socialistas conhecido como Guerra Fria e pai do desenvolvimento tecnológico que a segunda metade do século XX viu se aprofundar. Até que por fim, os capitalistas, donos da mídia, lançaram o factóide mundial da morte do comunismo e triunfo do capitalismo justificado pelo advento do neoliberalismo.
Essa viagem medíocre e superficial que me veio à cabeça nesse amanhecer que para mim começou antes mesmo do nascer do Sol desse dia 23 de janeiro, não tem outra pretensão a não ser convidar você que está  se dando ao trabalho de ler estas palavras à uma reflexão: Seria possível minimizarmos hoje o grau de degeneração social na qual nos encontramos?
O surgimento da civilização está totalmente ligado ao aparecimento do Estado que na sua definição simples seria um conjunto administrativo formado por governo, povo, exército, funcionários, território, leis e impostos. Ao longo do tempo muitos pensadores se dedicaram ao estudo do Estado de Aristóteles à Rousseau, analisando sobre tudo a ligação da interdependência entre o governo e o cidadão. Aqui queremos apenas levantar a seguinte questão: até que ponto a degeneração do Estado é causa ou conseqüência da degeneração do indivíduo enquanto cidadão?
A maior dificuldade de se transformar a sociedade em um espaço justo e igualitário passa pela crença de que qualquer tipo de mobilização atualmente seria infrutífera. Esse pensamento difundido pela mídia cúmplice da apropriação do Estado pelos interesses privados é transmitido de forma tão sutil e eficaz, que toda vez que um grupo de pessoas se reúne em torno de um ideal de transformação dessa realidade, o mesmo é visto como dissidente, destoante ou desajustado. Na sua individualidade, eu tenho certeza que você gostaria de  que a nossa cidade , o nosso estado  e o nosso país se tornassem lugares mais prósperos e que essa prosperidade fosse compartilhada pela maioria, mas a sua capacidade de mobilização e de aglutinação esbarra na falta de fé no próximo. Dessa forma, a responsabilidade da mudança é transferida para o outro. “Não dará certo por que o povo é corrupto. ”Não dará certo porque os políticos são todos iguais.” “ O Brasil não tem jeito” e por aí vai.
Afirmo com certeza também, que quando você é questionado acerca da sua honestidade, a reação é de indignação. Você é honesto, mas os outros não prestam. Então porque você não coloca as suas virtudes a serviço da coletividade?
Marx estudou a História e descobriu que as desigualdades são fruto do surgimento da propriedade privada dos meios de produção, quando no passado alguns  grupos se apropriaram sobretudo das terras produtivas. Antes disso, o fruto do trabalho coletivo era compartilhado igualmente entre os membros das comunidades. Era o comunismo primitivo, que hoje seria incompatível com a civilização. Mas, no entanto, o mundo civilizado pressupõe um individualismo sem igual que vai de encontro à própria idéia de humanidade ideal. Evoluímos tecnologicamente, mas perdemos em alguma esquina do passado a  ideia de grupo, de bando e estamos seguindo, independente dos” ismos” para um colapso humano irracional e o que é pior, consentido e protagonizado por você, que insiste em deixar de seguir o ideal de igualdade que trazemos como herança desde que tomamos consciência de nós mesmos enquanto espécie há milhões de anos, para se conformar com a tão recente ideia de que existem humanos  que merecem subverter, dominar e explorar humanos. A única solução possível para a construção de uma sociedade melhor é também a razão da existência da mesma: você.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Prefeitura de Petrópolis cancela o desfile de Carnaval e investe na saúde!

MESMO RECONHECENDO A IMPORTÂNCIA CULTURAL DO CARNAVAL ,A INICIATIVA DA PREFEITURA DE PETRÓPOLIS DE CANCELAR O DESFILE DAS ESCOLAS PARA INVESTIR A QUANTIA DE I MILHÃO DE REAIS DA SUBVENÇÃO NA SAÚDE DO MUNICÍPIO, MERECE VIRAR SAMBA ENREDO!!CONTOU COM O APOIO DAS ESCOLAS E DOS BLOCOS! PARABÉNS PETRÓPOLIS!!


http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/prefeito-de-petropolis-cancela-carnaval-para-investir-em-saude-20130115.html

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Festa da posse do prefeito Gelsimar e do vereador Fernando (PSOL)- Itaocara


Realmente belíssima a experiência da posse do prefeito Gelsimar (PSOL) em Itaocara. A população nas ruas comemorando em uma só voz . A esperança de um governo voltado para o povo, com transparência, justiça social e democracia real.Parabéns Itaocara! O exemplo da sua população, que disse NÃO à velha e viciada maneira de política, é um estímulo para que possamos continuar lutando pelos nossos ideais!

O Diretório Municipal do PSOL Cabo Frio compareceu na figura do Cláudio Leitão , candidato à majoritária pelo PSOL nas últimas eleições na cidade de Cabo Frio, o presidente do Diretório Municipal Professor Rogério Carvalho, o secretário Professor Luiz Felipe Oliveira, o tesoureiro, Professor Doc e o secretário de formação política, Professor Charles. Além disso, estiveram presentes membros do diretório como Marcos Leite, Érika Borges, Heidi Zimmer, Ana Cláudia e Tharine Borges .


                                         







                                    (Imagens do professor Doc)http://professordoc.blogspot.com.br/



O PREFEITO ELEITO DE ITAOCARA, GELSIMAR GONZAGA(PSOL) INICIOU O JEITO PSOL DE GOVERNAR REDUZINDO O SALÁRIO DE PREFEITO DE 15.000 PARA 6.000 REAIS , O QUE FOI ANUNCIADO EM PRAÇA PÚBLICA APÓS A POSSE. A FESTA ACONTECEU EM UM PALANQUE NA PRAÇA JUNTAMENTE COM A POPULAÇÃO ONDE O PREFEITO TAMBÉM ANUNCIOU A AUDITORIA NAS CONTAS PÚBLICAS , JUSTIÇA E DEMOCRACIA REAL. E NA SUA CIDADE? COMO ANDA O SALÁRIO DO PREFEITO? AUDITORIA? JUSTIÇA? DEMOCRACIA REAL?CONTRA OS FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS.

                                                    Professor Rogério Presidente do Diretório Municipal do PSOL Cabo Frio